segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Ameaças que vem do céu


Ameaças que vêm do Céu

Eventos astronômicos são os mais temidos e esperados quando o assunto é o fim do mundo. Apesar disso, especialistas afirmam que não há o que temer.
O Planeta Terra sempre esteve em perigo, causado pelas próprias mãos do homem ou por fenômenos naturais. De acordo com Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos(UFSCar), a todo o momento corpos celestes caem na Terra. “Cerca de 10.000 toneladas desse tipo de material atinge nosso planeta todos os dias, mas a maioria é destruída pelo atrito com a atmosfera. Já os fragmentos que resistem a reentrada atingem, em grande parte, desertos e oceanos”, explica.
Outra “possível” ameaça é o choque do planeta com algum cometa. Entretanto, como explica Rojas, as rotas dos cometas são muito bem conhecidas e, portanto, não há o que temer pois nenhum deles apresenta qualquer indício de colisão com nosso planeta.
impacto_meteoritoMas o encontro com um destes objetos poderia realmente colapsar a vida na Terra?  Um asteróide com pouco mais de 100 metros já nos causaria sérios danos. A força de seu impacto causaria uma forte onda de choque – como a causada por uma explosão nuclear – além de colocar em suspensão uma quantidade imensa de material particulado, formando uma nuvem de poeira que deixaria o planeta imerso em trevas. Sem a luz do sol, as plantas deixariam de fazer fotossíntese e, portanto, seriam dizimadas causando um verdadeiro efeito dominó em toda a cadeia alimentar. Se você acha que já ouviu isso em algum lugar está certo! A queda de um imenso meteorito e os possíveis efeitos desencadeados por tal evento são a principal hipótese para a extinção dos dinossauros.

Passagem de Meteoritos


Meteorito cai na Rússia - A passagem do asteróide 2012DA14 - Estranhos e brutais fenômenos da natureza





Cerca de 1000 pessoas ficaram feridas em consequência da queda de grande um meteorito de 10 toneladas nesta sexta-feira (15), que caiu na região de Tcheliabinsk, nos montes Urais, na Rússia, cerca de 80 quilômetros da cidade de Satka, a onda expansiva afetou várias regiões adjacentes e até a vizinha república centro-asiática do Cazaquistão. provocando pânico nos moradores, segundo as autoridades.


Veja mais na fonte.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Termina hoje o retiro espiritual do Papa


Retiro espiritual do Papa Bento XVI termina neste sábado (23)

O pontífice estava em um retiro desde domingo passado. Bento XVI recebeu o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e disse que vai rezar pelo país. 

Terminou neste sábado (23) o retiro espiritual do Papa, que começou no domingo passado. No final, Bento XVI agradeceu à cúria romana por tê-lo ajudado, durante os oito anos de pontificado.

O Papa recebeu o presidente da Itàlia, Giorgio Napolitano, no último encontro político do seu pontificado, e viveu momentos de grande comoção. Amigos cordais, o papa e o presidente ficaram juntos durante 20 minutos. Napolitano expressou a Bento XVI a gratidão do povo italiano, pela proximidade do Papa em tantos momentos cruciais. E pelo seu altíssimo magistério, religioso e moral.

Fonte

 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Grandes Furacões

Grande furacão de 1780

Fonte Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Grande furacão de 1780
Categoria desconhecida  (EFSS)
Great Hurricane (1780) areas affected.JPG
As áreas afetadas pelo grande furacão de 1780, excluindo Bermudas
Formação: 9 de Outubro de 1780
Dissipação: 20 de Outubro de 1780
Vento mais forte (1 min): Desconhecido
Pressão mais baixa: desconhecido
Danos: Desconhecidos
Fatalidades: No mínimo 27.500 (diretas)
Áreas afetadas: Pequenas Antilhas, Porto Rico, República Dominicana e Bermudas
Parte da
Temporada de furacões no Atlântico de 1780
O grande furacão de 1780, também conhecido como furacão São Calisto II,[1] é o furacão atlântico mais mortífero na história registrada. Mais de 27.500 pessoas morreram quando o furacão passou pelas Pequenas Antilhas e no Caribe entre 10 e 16 de Outubro de 1780.[2] Não se sabe exatamente a trajetória e a intensidade do furacão, pois o banco de dados de furacões atlânticos começou a ser criado apenas depois de 1851.[3]
O furacão atingiu Barbados com ventos possivelmente excedendo 320 km/h antes de passar sobre Martinica, Santa Lúcia e Saint Eustatius; milhares de pessoas morreram em cada uma das ilhas. Vindo na época da Revolução Americana de 1776, a tempestade causou grandes perdas nas frotas britânicas e francesas, que contestavam a região. Depois, o furacão passou perto de Porto Rico e sobre a porção oriental da República Dominicana, que naquele tempo era conhecido como Santo Domingo. Lá, o furacão causou danos severos próximos à costa. Por último, o furacão começou a seguir para nordeste antes de ser observado pela última vez em 20 de Outubro a sudeste de Cape Race, Terra Nova, Canadá. O número de mortos causado pelo grande furacão de 1780 excedeu todas as mortes causadas por furacões em toda aquela década, sendo substancialmente maior do que o segundo furacão atlântico mais mortífero da história registrada, o furacão Mitch. O furacão fez parte da desastrosa temporada de furacões no Atlântico de 1780, na qual outros dois furacões no mesmo mês causaram a morte de outras 3.000 pessoas.[2]

domingo, 5 de agosto de 2012

Fim do Mundo

Nova Mensão do fim do Mundo em 2012


Foto: EPA
Na Guatemala, aquando das escavações no setor de La Corona, os arqueologistas acharam o segundo objeto contendo inscrições datadas dos anos 695-696 A.D. O artefato encontrado informa que o “fim do Mundo” chegará em 21 de dezembro de 2012.

A inscrição composta de 56 hiróglifos, foi encontrada num bloco de escada. O dirigente das escavações explicou que os índios utilizavam o calendário para manter a estabilidade durante as crises, não para predizer o apocalipse.

Segundo os inquéritos, um em cada dez habitantes da Terra acredita na profecia dos antigos índios de que a história da Humanidade acabará em 2012 e aguarda o apocalipse no fim deste ano.

Fonte:Voz da Rússia

quarta-feira, 11 de julho de 2012

2012 verdade ou mito

Veja nesta publicação no site da NASA sobre 2012, o calendário Maia, filmes e artigos são mostrado o dia do juízo final. 


veja artigo

terça-feira, 3 de julho de 2012

A Igreja Católica


A Igreja Católica é a Igreja de Cristo


Respondendo aos protestantes: fundação da Igreja; Papado; primazia de S. Pedro; Sucessão Apostólica; S. Pedro esteve em Roma, foi o primeiro Bispo de Roma, onde foi martirizado; A lista dos primeiros Papas da Igreja; O Governo da Igreja (Bispos e Fiéis); A infalibilidade Papal; Sobre quem recai a infalibilidade?; Unidade da mesma Igreja.
A Fundação da Igreja
E eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; e eu te darei as chaves do reino dos Céus: e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também nos céus.” (Mt. 16, 18)
Como isso é claro e positivo! Jesus Cristo muda o nome de Simão, em pedra (aramaico: Kephas, significa pedra e pedro, numa única palavra, como em francês Pierre é o nome de uma pessoa e o nome do minério pedra).
Deus fez diversas vezes tais mudanças, para que o nome exprimisse o papel especial que deve representar a pessoa. Assim mudou o nome de Abrão em Abraão (Gn 17, 5), para exprimir que devia ser o pai de muitos povos.
Mudou ainda o nome de Jacob em Israel (Gn 32, 28) para significar a “força contra Deus“. Assim Jesus Cristo mudou o nome de Simão em Pedro, sobre a qual estará fundada a Igreja, sendo o seu construtor o próprio Cristo.
Em todo o trecho em que Nosso Senhor confirma S. Pedro como primeiro Papa, fica evidente que Ele se dirige, exclusivamente, a S. Pedro, sem um mínimo desvio: “Eu te digo… Tu és Pedro… Sobre esta pedra edificarei… Eu te darei… O que desatares…
S. Pedro é a pessoa a quem tudo é dirigido … é ele o centro de todo este texto.
Esse ponto é muito importante, pois a interpretação truncada dos protestantes quer admitir o absurdo de que Nosso Senhor não sabia se exprimir corretamente. Eles dizem que Cristo queria dizer: “Simão, tu és pedra, mas não edificarei sobre ti a minha Igreja, por que não és pedra, senão sobre mim.” Ora, é uma contradição, pois Nosso Senhor alterou o nome de Simão para “Kephas”, deixando claro quem seria a “pedra” visível de Sua Igreja.
A primazia de S. Pedro comprovada nas Sagradas Escrituras e na Tradição
Eu te darei as chaves do Reino dos Céus” [a S. Pedro] – (Mt. 16, 17-19) – Primazia de jurisdição sobre todos, pois é a ele que a sentença é dita.
O primado de S. Pedro sobre os outros fica claramente expresso quando ele: 1) preside e dirige a escolha de Matias para o lugar de Judas (At 1,1-25); 2) É o primeiro a anunciar o evangelho no dia de Pentecostes (At 2, 14); 3) Testemunha, diante do Sinédrio, a mensagem de Cristo (At 10, 1); 4) Acolhe na Igreja o primeiro Pagão (At 10,1); 5) Fala primeiro no Concílio dos Apóstolos, em Jerusalém, e decide sobre a questão da circuncisão: “Então toda a assembléia silenciou“(At 15, 7-12), etc.
Todos os sucessores dos apóstolos atestam o primado de Pedro e dos seus sucessores, como, por exemplo: 1) Tertuliano: “A Igreja foi construída sobre Pedro“; 2) S. Cipriano: “Sobre um só foi construída a Igreja: Pedro“; Santo Ambrósio: “Onde há Pedro, aí há a Igreja de Jesus Cristo“.
S. Mateus enumerando os apóstolos, confirma o primado de S. Pedro: “O primeiro, Simão, que se chama Pedro“(Mt 10, 2).
No século I, o Bispo de Roma, Clemente, escrevendo aos Coríntios, para chamar à ordem os que injustamente tinham demitido os presbíteros, declara-lhes que serão réus de falta grave se não lhe obedecerem. O procedimento de Clemente de Roma tem maior importância, se considerarmos que nessa época ainda vivia o apóstolo S. João que não deixaria de intervir se o Bispo de Roma estivesse no mesmo plano dos outros bispos.
No princípio do sec. II, Santo Inácio escreve aos romanos que a Igreja de Roma preside a todas as demais.
S. Irineu diz ser a Igreja Romana a “máxima” e fundada pelos apóstolos Pedro e Paulo (Heres. 3. 3. 2). Traz mais a lista dos dirigentes da Igreja Romana desde S. Pedro ate o Papa reinante no tempo dele, que era S. Eleuterio. Ao todo eram só doze. Eis a lista de modo ascensional: Eleuterio; Sotero; Aniceto; Pio; Higino; Telesfor; Xisto; Alexandre; Evaristo; Clemente; Anacleto; Lino; Pedro. (veja que S. Irineu deve ter vivido no entre o ano 100 e 200 DC). S. Jerônimo escrevendo a S. Dâmaso, Papa, diz: “Eu me estreito a Vossa Santidade que equivale a Cátedra de Pedro. E esta a pedra sobre a qual Jesus Cristo fundou a sua Igreja. Seguro em vossa cátedra eu sigo a Jesus Cristo“. Fala nisto direta ou indiretamente diversos santos e cristãos dos primeiros séculos, formando a mais universal das tradições, a mais firme convicção histórica. Só para citar alguns: S. Epifanio, Osório Pedro de Alexandria, Dionísio de Corinto, S. João Crisóstomo, Papias, etc.
Nosso Senhor: “Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu com instância para vos joeirar como trigo; mas eu roguei por ti, para que não desfaleça a tua fé; e tu, uma vez convertido, confirma os teus irmãos” (Luc. 22, 31-32). Ou seja, é S. Pedro que tem a missão, dada pelo próprio messias, de ‘confirmar‘ seus irmãos. Essa missão supõe, evidentemente, o primado de jurisdição.
S. Pedro é nomeado pastor das ovelhas de Cristo. Após a Ressurreição, Nosso Senhor confia a Pedro a guarda de seu rebanho, isto é, confia-lhe o cuidado de toda a cristandade, dos cordeiros e das ovelhas: “Apascenta os meus cordeiros“, repete-lhe duas vezes; e à terceira: “apascenta as minhas ovelhas” (Jo. 21, 15-17). Ora, conforme o uso corrente das línguas orientais, a palavra apascentar significa “governar“. Apascentar os cordeiros e as ovelhas é, portanto, governar com autoridade soberana a Igreja de Cristo; é ser o chefe supremo; é ter o primado. Além do que a imagem de “pastor” designa, na Sagrada Escritura, o Messias e sua obra (cf. Mq 2,13; 4,6s; Sf 3,18s, Jr 23,3; 31,19; Is 30,11; 49,9s). Ora, confiando a S. Pedro a missão de pastor, Nosso Senhor o constituiu seu representante visível na Terra.
No catálogo dos apóstolos (Mt 10, 2-4; Mc 3, 16-19; Lc 6, 13-16; At 1, 13), S. Pedro sempre é colocado em primeiro lugar. Em Mt. 10, 2 lê-se explicitamente que Pedro é o primeiro (“Prótos“). Ora, “prótos” tanto quer dizer o primeiro numericamente como o primeiro em dignidade e honra (v. Mt 20, 27; Mc 12, 28,31; At 13, 50; 28,17).
Em Mt. 17, 24-27, curiosamente, Nosso Senhor mandou pagar o tributo ao templo em nome Dele e de S. Pedro, demonstrando a importância daquele que seria o seu representante visível. Ele não manda que se pague em nome dos outros apóstolos, apenas de S. Pedro.
S. Pedro esteve em Roma, foi o primeiro Bispo de Roma e foi martirizado em Roma
A estadia de S. Pedro em Roma é incontestável historicamente. Sobre ela atestam Orígenes (ano 254), Clemente de Alexandria (215), Tertuliano (222), S. Irineu (202), Dionísio (171). Do século primeiro, convém destacar S. Inácio (107) e Clemente Romano (101). Esses historiadores e testemunhas são reconhecidos, pela crítica moderna, como autoridades dignas de fé.
Existe uma série ininterrupta de testemunhos do Século III até aos apóstolos e isso sem uma voz discorde.
Em Cartago e em Corinto, em Alexandria e Roma, na Gália como na África, no Oriente como no Ocidente, a viagem de S. Pedro a Roma é afirmada unanimemente, como fato sobre o qual não pairou nunca a mínima dúvida.
Orígenes (+ 254) diz: “S. Pedro, ao ser martirizado em Roma, pediu e obteve fosse crucificado de cabeça para baixo” (Com. in Genes., t. 3).
Clemente de Alexandria ( + 215) diz: “Marcos escreveu o seu Evangelho a pedido dos Romanos que oviram a pregação de Pedro” (Hist. Ecl. VI, 14).
Tertuliano (+ c. 222), por sua vez, diz: “Nero foi o primeiro a banhar no sangue o berço da fé. Pedro então, segundo a promessa de Cristo, foi por outrem cingido quando o suspenderam na Cruz” (Scorp. c. 15).
No século II abundam igualmente provas.
Santo Irineu (+ 202) escreve na sua  grande obra “contra as heresias“: “Mateus, achando-se entre os hebreus, escreveu o Evangelho na língua deles, enquanto Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e aí fundavam a Igreja” (L. 3, c. 1, n. 1, v. 4).
Dionísio (+ 171) escreve ao papa Sotero: “S. Pedro e S. Paulo foram à Itália, onde doutrinaram e sofreram o martírio no mesmo tempo” (Evas. Hist. Eccl. II 25).
Do século I convém destacar:
Santo Inácio (+ 107), Bispo de Antioquia, que conviveu longos anos com os apóstolos. Condenado por Trajano, fez viagem para Roma, onde foi supliciado, tendo escrito antes uma carta aos Romanos onde diz: “Tudo isso eu não vos ordeno como Pedro e Paulo; eles eram apóstolos, e eu sou um condenado” (ad Rom., c IV).
Clemente Romano (+101), 3o sucessor de S. Pedro, conheceu-o pessoalmente em Roma. É, por isso, autoridade de valor excepcional. Eis o que escreve: “Ponhamos diante dos olhos os bons apóstolos Pedro e Paulo. Pedro que, pelo ódio iníquo, sofreu; e depois do martírio, foi-se para a mansão da glória. A estes santos varões, que ensinavam a santidade, associou-se grande multidão de eleitos, que, supliciados pelo ódio, foram entre nós de ótimo exemplo“.
Note que só estão citados autores do início do cristianismo, para que não fique dúvida acerca da idoneidade dos testemunhos, que poderiam ser objeto de dúvida dos protestantes… É bom revelar que nenhum protestante imparcial teve a ousadia de contestar esses historiadores.
É, portanto, um fato certo que S. Pedro esteve em Roma e foi ali martirizado sob o reinado de Nero. Nenhum historiador, até os protestantes, isto é, durante 1500 anos, o contesta; ao contrário: para todos eles é um fato notório e público.
Vamos agora provar que S. Pedro foi o primeiro Bispo de Roma:
Poderíamos citar muitas longas passagens de S. Irineu, Caio, S. Cipriano, S. Agostinho, S. Optato, S. Jerônimo, Sulpício Severo, que atestam “unânimes” o episcopado romano do príncipe dos apóstolos. Limitemo-nos a umas curtas citações:
Caio: falando de S. Vitor, Papa, diz: “Desde Pedro ele foi o décimo terceiro Bispo de Roma“(ad Euseb. 128)
S. Jerônimo: “Simão Pedro foi a Roma e aí ocupou a cátedra sacerdotal durante 25 anos” (De Viris Ill. 1, 1).
S. Agostinho: “S. Lino sucedeu a S. Pedro” (Epist. 53)
Sulpício Severo, falando do tempo de Nero, diz: “Neste tempo, Pedro exercia em Roma a função de Bispo” (His. Sacr., n. 28)
S. Ireneu: “Os apóstolos Pedro e Paulo fundaram a Igreja, e o primeiro remeteu o episcopado a Lino, a quem sucedeu Anacleto e depois Clemente“.
Convém notar ainda que todos os catálogos dos Bispos de Roma, organizados segundo os documentos primitivos, pelos antigos escritores, colocam invariavelmente o nome de Pedro à frente de todos.
A Sucessão Apostólica
Agora veremos como o Papa é sucessor direto de S. Pedro, primeiro Bispo de Roma:
Primeiramente, os protestantes deveriam provar que o Papa não é sucessor de S. Pedro, todavia, como eles não tem nenhum texto histórico ou religioso que prove, eles pedem uma prova dos católicos. Eles só negam, nada podem afirmar.
Vamos analisar as Sagradas Escrituras. Lá existe não só a investidura de S. Pedro como chefe visível da Igreja, mas a investidura perpétua dos apóstolos, para serem os “enviados” de Cristo (Mt. 28, 18 – 20): “É me dado todo o poder no céu e na terra; ide pois e ensinai a todos os povos e eis que estou convosco todos os dias até a consumação do mundo“.
Que quer dizer isso?
1 – Cristo tem todo poder, é a primeira parte
2 – Cristo transmite este poder, é a segunda parte (Lembremo-nos, no mesmo sentido, da frase: “tudo que ligares na terra será ligado no céu e tudo o que desligares na terra será desligado no céu”)
3 – A quem Ele transmite? Aos apóstolos.
4 – Até quando? Até a consumação do mundo
Ora, Cristo transmitiu este poder unicamente aos apóstolos presentes? Não pode ser, pois os apóstolos deviam morrer um dia, como todos os homens morrem. Ele diz: “estarei convosco até à consumação do mundo“.
Se Ele promete estar com os apóstolos até o fim do mundo, é claro que ele não está se dirigindo aos apóstolos como pessoas físicas, mas como um “corpo moral“, que deve perpetuar-se nos seus sucessores, e hão de durar atá o fim dos tempos.
Eis uma prova evidente que o bispo de Roma, que é o Papa, é o sucessor de S. Pedro e de sua “jurisdição”.
A sucessão também é observada nos primeiros cristãos, que nomeavam diáconos e bispos, transmitindo-lhes as obrigações de seus antecessores.
Jesus Cristo, fundando uma sociedade religiosa visível, que devia durar até ao fim do mundo, devia necessariamente nomear um chefe, com sucessão, para perpetuar a mesma autoridade: “Quem vos escuta, escuta a mim” (Mt 28, 18). Se assim não fosse, Nosso Senhor não teria podido dizer: “Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo“; devia ter dito que estaria apenas com S. Pedro até o fim de sua vida. Dessa forma, cumpre-se o que manda a Bíblia: “Um só senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef. 4, 5)
A lista dos primeiros Papas da Igreja
S. Pedro, 42 – 67
S. Lino, 67 – 78
S. Cleto, 78 – 91
S. Clemente, 91 – 100
Santo Evaristo, 100 – 109
Santo Alexandre I, 109 – 119
S. Sixto I, 119- 128
S. Telésforo, 128 – 139
Santo Higino, 139 – 142
S. Pio I, 142 – 150
Santo Aniceto, 150 – 162
S. soter, 162 – 170
Santo Eleutério, 170 – 186
S. Vitor, 186 – 197
S. Zefirino, 197 – 217
S. Calisto I, 217 – 222
Santo Urbano I, 222 – 230
S. Ponciano, 230 – 235
Santo Antero, 235 – 236
S. Fabiano, 236 – 251
S. Cornélio, 251 – 252
S. Lúcio I, 252 – 254
Santo Estêvão I, 254 – 257
S. Sixto II, 257 – 259
S. Dionísio, 259 – 269
S. Félix, 269 – 275
Santo Eutiquiano, 275 – 283
S. Caio, 283 – 295
S. Marcelino, 295 – 304
S. Marcelo, 304 – 310
Santo Eusébio, 310 – 311
S. Melcíades, 311 – 313
S. Silvestre I, 313 – 336
S. Silvestre batizou o imperador Constantino Magno.
O Governo da Igreja (Bispos e Fiéis)
Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a Igreja de Deus a qual santificou pelo seu próprio sangue” (At 20, 28)
Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos despreza, a mim despreza; e quem me despreza, despreza aquele que me enviou“. (LC 10, 16)
A Bíblia diz claramente que Jesus Cristo fundou uma Igreja sobre Pedro (Mt 16, 18), diz que estaria com ele até o fim do mundo (Mt 28, 13-20), que lhe dava as chaves do reino do céu (Mt 16, 19), que esta Igreja seria coluna e firmamento da verdade (1 Tim 3, 15), que é preciso escutar esta Igreja sob pena de ser tratado como um pagão (Mt 18, 17).
Mesmo em relação à autoridade dos Fariseus e Escribas, apesar de viciados em seus erros, por serem a autoridade legítima, disse Nosso Senhor:  “Sobre a cadeira de Moisés se assentaram os escribas e os fariseus; observai, pois, e fazei tudo o que eles vos disserem; mas não imiteis as suas ações” (Mt 23, 2).
Nosso Senhor escolheu, entre seus inúmeros discípulos, apenas doze Apóstolos, (Mt. 10, 2-4). Instruiu-os duma maneira particular, desvendou-lhes o sentido das parábolas que as turbas não compreendiam (Mt. 13, 2) e associou-os à sua obra mandando-lhes que pregassem o reino de Deus aos filhos de Israel (Mt. 10, 5, 42).
Poucos dias antes da Ascenção, Cristo confiou aos doze Apóstolos o poder que antes lhes tinha prometido: “Todo o poder me foi dado no céu e na terra; ide, pois, e ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a observar todas as coisas que eu vos tenho ordenado, e estai certos de que eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt. 28, 19-20). Portanto, conclui Boulenger, Jesus Cristo comunicou aos Apóstolos o poder – 1) de ensinar: “ide e ensinai todos os povos“, 2) de santificar, pelos ritos instituídos para este fim e, em particular, pelo batismo, 3) de governar, uma vez que os Apóstolos hão de ensinar o mundo a “observar” tudo o que Ele mandou.
A Hierarquia reconhecida na história:
1) Testemunho de Santo Irineu, argumentando contra os hereges, apresenta o caráter hierárquico da Igreja, como um ‘fato notório‘ que ninguém pode negar, como uma fundação de Cristo e dos Apóstolos. Ora, como podia reivindicar para a Igreja cristão a origem apostólica, se os seus adversários pudessem apresentar provas da fundação recente da hierarquia?
2) Testemunho de S. Policarpo, em meados do sec. II, designa os pastores como “chefes da hierarquia e guardas da fé
3) No mesmo século ainda podemos citar os testemunhos: a) o de Hegesipo que mostra as Igreja governadas pelos Bispos, sucessores dos apóstolos; b) o de Dionísio de Corinto, que escreve na sua carta à Igreja romana que a Igreja de Corinto guarda fielmente as admoestações recebidas outrora do Papa Clemente.
4) No ano 110, Santo Inácio de Antioquia, em sua Epístola aos Romanos, da Igreja de Roma como do centro da cristandade: “Tu (Igreja de Roma) ensinastes as outras. E eu quero que permaneçam firmes as coisas que tu prescreves pelo teu ensino” (Rom, IV, 1).
5) Cerca do ano de 96, S. Clemente Romano, discípulo imediato de S. Pedro e de S. Paulo, escreveu uma carta aos Coríntios, na qual nos dá da Igreja noção equivalente à de S. Ireneu, apresentando a hierarquia como a “guarda da tradição” e a Igreja de Roma com a primazia universal sobre todas as Igrejas locais.
6) Deste modo, chegamos, de geração em geração, aos tempos apostólicos.  Desde o primeiro alvorecer do cristianismo, os Apóstolos desempenharam a dupla função de dirigentes e pregadores. Escolheram Matias para ocupar o lugar de Judas (At 1, 12, 26). Instituíram diáconos nos quais delegaram parte dos seus poderes (At. 6, 1, 6).
Na prática da Igreja também fica claro o poder de governo sobre todos os cristãos. Os Apóstolos exerceram este tríplice poder: a) Poder legislativo: No Concílio de Jerusalém, impõem aos recém-convertidos “que se abstenham das carnes oferecidas aos ídolos, das viandas sufocadas e da impureza” (At 15, 29); b) poder judiciário: S. Paulo entrega a Satanás “Himeneu e Alexandre, para aprenderem a não blasfemar” (I Tim 1, 20); c) poder penal: S. Paulo escreve aos coríntios: “Portanto, eu vos escrevo estas coisas, estando ainda longe de vós, de modo que, quando eu chegar aí, não tenha de castigar, segundo o poder a mim confiado por Deus para edificar, não para destruir” (II Cor 13, 10).
A infalibilidade Papal
Vimos que Jesus Cristo fundou uma Igreja hierárquica, conferindo aos Apóstolos e aos Bispos, seus sucessores, os poderes de ensinar, de santificar e de governar. Demonstraremos agora que Jesus ligou ao poder de ensinar o privilégio da “infalibilidade“.
 Conceito: A infalibilidade é a garantia de preservação de todo erro doutrinal pela assistência do Espírito Santo. Não é simples inerrância de fato, mas de direito. Portanto, não se deve confundir a infalibilidade com a “inspiração“, que consiste no impulso divino que leva os escritores sagrados a escreverem o que Deus quer; e nem com a “revelação“, que supõe a manifestação duma verdade antes ignorada. O privilégio da Infalibilidade não faz com que a Igreja descubra verdades novas; garante-lhe somente que, devido à assistência divina, não pode errar nem, por conseqüência, induzir em erro, no que respeita a questões de Fé ou moral.
Todavia, não se confunde a “infalibilidade” com a “impecabilidade“. A Igreja nunca defendeu a tese de que o Papa não pudesse cometer pecados. O Papa é infalível quando segue as normas da infalibilidade, falando à toda a Igreja, como sucessor de S. Pedro, em matéria de Fé e Moral, definindo uma verdade que deve ser acatada por todos. Em sua vida privada – ou quando não utilizando a fórmula da infalibilidade -, o Papa pode cometer erros e até pecados.
A Existência da Infalibilidade segundo a Razão, a Revelação e a Tradição.
Argumento de razão: Não se justifica que Deus possa ter deixado os homens à sua própria sorte no tocante à doutrina. O “livre exame” protestante gera o subjetivismo e as divisões, condenadas pela Sagrada Escritura. A autoridade de um corpo de apóstolos é necessária, racionalmente, para a realização dos planos de Deus na terra, sob pena de aceitarmos a tese de que Deus não guia seu povo.
Argumento histórico:
Somos chegados ao campo positivo da história. Afinal, o que Jesus devia fazer, segundo a razão, tê-lo-ia feito? Terá instituído uma autoridade viva e infalível encarregada de guardar e ensinar a sua doutrina?
O primeiro ponto, de que Nosso Senhor instituiu uma Igreja hierárquica, com chefes a quem concedeu o poder de ensinar, já está demonstrado anteriormente. Resta agora examinar o segundo ponto, no qual provaremos que o poder de ensinar comporta o privilégio da “infalibilidade”.
a) Nos textos da Escritura:
A S. Pedro, em especial, prometeu Jesus Cristo que “as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Igreja)” (Mat. 16, 18); e a todos os Apóstolos prometeu, por duas vezes, enviar-lhes o Espírito de Verdade (Jo. 14, 15; 15, 26) e ficar com eles até ao fim do mundo (Mat 28, 20). Estas promessas significam claramente que a Igreja é indefectível, que os apóstolos e os seus sucessores não poderão errar quando ensinarem a doutrina de Jesus; porque a assistência de Cristo não pode ser em vão, nem o erro estar onde se encontra o Espírito de verdade;
 b) No modo de proceder dos Apóstolos:
Do seu ensino se depreende que tinham consciência de ser assistidos pelo Espírito Santo. O decreto do Concílio de Jerusalém termina com estas palavras: “Assim pareceu ao Espírito Santo e a nós” (At. 15, 28). Os Apóstolos pregam a doutrina evangélica “não como palavra de homens, mas como palavra de Deus, que na verdade o é” (1Tes 2, 13), a que é necessário dar pleno assentimento (II Cor 10, 5) e cujo depósito convém guardar cuidadosamente (1 Tim 6, 20). Além disso, confirmam a verdade de sua doutrina com muitos milagres (At 2, 43 etc): prova evidente de que eram intérpretes infalíveis da doutrina de Cristo, de outro modo Deus não a confirmaria com o seu poder;
c) Na crença da antigüidade cristã:
Concedem os nossos adversários que a crença na existência dum magistério vivo e infalível existia já no século III. Basta, portanto, aduzir testemunhos anteriores.
Na primeira metade do século III, Orígenes, aos hereges que alegam as Escrituras, responde que é necessário atender à tradição eclesiástica e crer no que fio transmitido pela sucessão da Igreja de Deus. Tertuliano, no tratado “Da prescrição“, opõe aos hereges o “argumento da prescrição” (condenando o que contraria o ensinado pelos apóstolos) e afirma que a regra de fé é a doutrina que a Igreja recebeu dos Apóstolos.
Nos fins do século II, S. Irineu, na carta a Florino e no “Tratado contra as heresias“, apresenta a Tradição apostólica como a sã doutrina, como uma tradição que “não é meramente humana“. Donde se segue que não há motivo para discutir com os hereges e que estão condenados pelo fato de discordarem desta tradição.
Pelo ano de 160, Hegesipo apresenta, como critério da Fé ortodoxa, a conformidade com a “doutrina” dos Apóstolos “transmitida” por meio dos Bispos, e por esse motivo redige a lista dos Bispos. Na primeira metade do século II, Policarpo e Papias apresentam a doutrina dos Apóstolos como a única verdadeira, como uma regra segura de Fé. Nos princípios do mesmo século, temos o testemunho de Santo Inácio. Afirma este santo que a Igreja é “infalível” e que a incorporação nela é necessária a quem se quer salvar.
Conclusão: tanto através da razão como da história, provamos que o poder de ensinar, conferido por Nosso Senhor Jesus Cristo à Igreja docente, traz consigo o privilégio da “infalibilidade“, isto é, que a Igreja não pode errar quando expõe a doutrina de Jesus Cristo.
 Agora devemos analisar sobre quem recai a “infalibilidade
Pelo exposto, fica claro que a “infalibilidade” é privilégio daqueles a quem compete “ensinar“, isto é, os Apóstolos e, de modo especial, a S. Pedro e seus sucessores.
A infalibilidade do colégio apostólico provém, portanto: a) da missão conferida a “todos os apóstolos” de “ensinar todas as nações” (Mat 28, 20); b) da “promessa de estar com eles” “até à consumação dos séculos” (Mat 28, 20) e de lhes “enviar o consolador, o Espírito Santo que lhes há de ensinar toda a verdade” (Jo, 14, 26). Estas passagens mostram com evidência que o privilégio da “infalibilidade” foi concedido ao “corpo docente” tomado coletivamente.
A sucessão desse poder deve ser entendida no sentido de que o colégio apostólicos, atualmente composto pelos bispos, é ‘infalível’ não individualmente em cada bispo, mas no conjunto deles.
No caso de S. Pedro e seus sucessores, a infalibilidade é pessoal. Provaremos isso com argumentos tirados dos textos evangélicos e da história.
O argumento escriturístico deriva dos mesmo textos que demonstram o primado de S. Pedro: “Tu és Pedro…“, pois é incontestável que a estabilidade do edifício lhe vem dos alicerces. Se. S. Pedro, que deve sustentar o edifício cristão, pudesse ensinar o erro, a Igreja estaria construída sobre um fundamento inseguro e já se não poderia dizer “as portas do inferno não prevalecerão contra ela“.
Depois, com o “Confirma fratres” (“confirma os irmãos“), Nosso Senhor assegurou a Pedro que pedira de modo especial por ele, “para que sua fé não desfaleça” (Luc 22, 32). É evidente que esta prece feita em circunstâncias tão solenes e tão graves (o momento da paixão de Nosso Senhor) não pode ser frustrada.
Finalmente, com o “Pasce Oves” (apascenta as minhas ovelhas), foi confiada a Pedro a guarda, o governo, de todo o rebanho. Ora, não se pode supor que Jesus Cristo tenha entregue o cuidado do seu rebanho, colocando S. Pedro como Pastor, a um pastor que pudesse desencaminhar as ovelhas eternamente, ensinando o erro.
O Argumento histórico da infalibilidade de S. Pedro:
A crença da Igreja não se manifestou da mesma forma em todos os séculos. Houve, na verdade, certo desenvolvimento na exposição do dogma e até no uso da infalibilidade pontifícia; mas nem por isso o dogma deixa de remontar aos primeiros tempos, e de fato já o encontramos em germe na Tradição mais afastada, como se demonstra pelo sentir dos Padres da Igreja e dos concílios, e pelos fatos:
No século II, S. Irineu afirmava que todas as Igrejas se devem conformar com a de Roma, pois só ela possui a verdade integral.
S. Cipriano dizia que os Romanos estão “garantidos na sua fé pela pregação do Apóstolo e são inacessíveis à perfídia do erro” (o apóstolo dos romanos é S. Pedro).
S. Jerônimo, para pôr termo às controvérsias que afligiam o Oriente, escreveu ao Papa S. Dâmaso nos seguintes termos: “Julguei que devia consultar a este respeito a cadeira de Pedro e a fé apostólica, pois só em vós está ao abrigo da corrupção o legado dos nossos pais“.
S. Agostinho diz a propósito do pelagianismo: “Os decretos de dois concílios relativos ao assunto foram submetidos à Sé apostólica; já chegou a resposta, a causa está julgada“, “Roma locuta est, causa finita est“.
O testemunho de S. Pedro Crisólogo não é menos explícito: “Exortamo-vos, veneráveis irmãos, a receber com docilidade os escritos do santo Papa da cidade de Roma, porque S. Pedro, sempre presente na sua sede, oferece a fé verdadeira aos que a procuram“.
O que fica dito anteriormente acerca do primado do Bispo de Roma, aplica-se com a mesma propriedade ao reconhecimento de sua infalibilidade.
No século II, o papa Victor excomungou Teódoto que negava a divindade de Cristo, com uma sentença tida por todos como definitiva. Zeferino condenou os Montanistas, Calisto os Sabelianos, e, a partir destas condenações, foram considerados como hereges. Em 417, o papa Inocêncio I proscreveu o pelagianismo, e a Igreja reconheceu o decreto como definitivo. Em 430, o papa Celestino condenou a doutrina de Nestório, e os Padres do Concílio de Éfeso seguiram a sua opinião.
O concílio de Calcedónia (451) recebeu solenemente a célebre carta dogmática do Papa Leão I a Flaviano, que condenou a heresia de Eutiques, proclamando unanimemente: “Pedro falou pela boca de Leão“. Do mesmo modo os Padres do III Concílio de Constantinopla (680) aclamaram o decreto do Papa Agatão que condenava o monotelitismo, dizendo: “Pedro falou pela boca de Agatão“.
Como se vê, desde os primeiros séculos a Igreja romana é reconhecida como o “centro da fé” e como a “norma segura da ortodoxia“. Quanto mais avançamos, tanto mais explícitos são os termos que nos manifestam a universalidade desta crença, proclamada como dogma no I Concílio Vaticano.
Finalmente, podemos afirmar que nunca um Papa, na história da Igreja, proclamou, segundo a fórmula da infalibilidade, um erro doutrinário.
Unidade da mesma Igreja
Apenas com um chefe visível, infalível, se pode cumprir a unidade do “corpo místico de cristo”.
 Em relação à doutrina:
1) “Quem não está comigo é contra mim“(Mt 12,30)
2) “Um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos” (Ef 4, 3-6)
3) “Não rogo apenas por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, assim como Tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste“(Jo 17,20-21).
4) “Recomendo-vos, irmãos, que tomeis cuidado com os que produzem divisões contra a doutrina que aprendestes. Afastai-vos deles” (Rm 16, 17).
5) “Se alguém vos anunciar um evangelho diferente, seja execrado, isto é, seja excomungado“(G. 1,7-9).
 Em relação ao culto:
1) “Porque há um só pão, um só corpo somos nós, embora muitos, visto participarmos todos do único pão” (1Cor 10,17)
2) “A multidão dos fiéis tinha um só coração e uma só alma“(At 4, 32)
3) “Esforçai-vos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef. 4,3).
 Em relação à unidade de Governo:
1) “Irmãos, conjuro-vos que sejais sempre perfeitamente unidos num só sentimento e num mesmo pensar” (1 Cor 1,10)
2) “Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil. Estas tenho de reunir, e elas ouvirão a minha voz. E então haverá um só rebanho e um só pastor” (Jo. 10,16; Mt 16, 15-16).
O próprio fato de S. Paulo ter procurado a unidade na questão da circuncisão deixa patente a existência de uma Igreja una. No concílio que decidiu essa questão, em Jerusalém, foi S. Pedro quem falou primeiro e quem deu a última palavra sobre a questão: “Então toda a assembléia silenciou“(At 15, 7-12), obedecendo ao Chefe do Colégio Apostólico.
Nas Sagradas Escrituras, é só folhear os Atos dos Apóstolos e verificar o crescimento da Igreja (a mesma e una) desde o início até os dias de hoje.
A Igreja cresceu rápida, veloz, ao ponto que S. Paulo pôde compará-la com “um edifício vastíssimo, tendo os apóstolos por alicerce e Cristo como pedra angular.” (Ef. 2, 20)
Tertuliano se atrevia a escrever no seu Apologético, dirigido ao imperador romano: “Somos de ontem, e já enchemos as cidades, as ilhas, os castelos, os acampamentos, as aldeias e os campos; só deixamos vazios os vossos templos. Se nos retirassem, o império ficaria deserto“.
A Igreja de Cristo vai crescendo e se espalhando, “multitudo ingens“, diz Tácito, falando do tempo de Nero (Anais 15, 44), formando uma “imensa multidão“, até que, afinal, dominando e vencendo a tirania dos imperadores pagãos, logre o reconhecimento oficial, com o reinado de Constantino Magno, primeiro imperador cristão.
Foi nesse tempo, em 325, que se reuniu o primeiro concílio dos bispos católicos, em Nicéia, ao qual compareceram 318 bispos, sob a presidência de Ósio, bispo de Córdova, assistido de dois legados do Papa (de Roma), S. Sivestre.
Portanto, a história e a bíblia são claros ao narrar a expansão da mesma Igreja, fundada por Nosso Senhor sobre S. Pedro, em unidade.

Nova Ordem Mundial

Jesus: Desde o dia 15 a Besta comanda a Nova Ordem Mundial



Quem são os Anti-Cristo.

“Paz!”
“Quem não está com Cristo, é contra Cristo: é anti-Cristo!”
Por isso, filhinhos, hoje preciso lembrar-vos: todos os que não me seguem; todos os que me negam; todos os que me odeiam; todos os que de mim escarnecem; todos os que vivem longe de mim, são contra mim! São o anti-Cristo.
E, quantos milhares de milhões existem no mundo que agem nas formas acima: muitos, por livre consciência, muitos levados pelas correntezas, muitos por ardilosas investidas do inimigo.
Estas ou aquelas, carregam a mesma culpa, por não procurarem os caminhos da verdade, ou por viverem mais comodamente nas situações que escolheram: o mal é igual porque induz a milhões de outros a seguirem também assim.
Em qualquer um destes casos, os filhos de Deus são colocados à margem, dando lugar de prioridade aos filhos dos homens, fazendo com que as coisas terrenas tornem-se mais atraentes que as coisas de Deus.
O Mandamento Primeiro foi deixado à parte!
O Filho de Deus foi marginalizado!
E isto tudo produziu no mundo incontáveis barreiras e crenças, dando margem à sustentação de milhares de igrejas, seitas ou sociedades, desligadas, literalmente, dos ensinos dos Evangelhos.
O anti-Cristo surge, exatamente, desta emaranhada e confusa situação:
A maçonaria, seja ela de qualquer loja ou ordem, é o anti-Cristo.
A maçonaria eclesiástica – a mais feroz – pois abate direta e sistematicamente os filhos escolhidos por Deus para Missões importantes, é o anti-Cristo;
Igrejas de denominações cristãs, mas que vivem longe das verdades e pregam simplesmente a prosperidade, são o anti-Cristo;
Os sacerdotes que vivem as teologias profanas da Nova Era, Libertação, são o anti-Cristo;
O Neo Catecumenato, que faz vítimas letais, que agridem furiosamente e até matam as almas, é o anti-Cristo;
Os sacerdotes que não vivem e não acreditam no Milagre da Eucaristia, são o anti-Cristo;
Os Senhores Bispos que fecham os olhos para não se preocuparem com as realidades insanas praticadas até por sacerdotes, são o anti-Cristo;
O sacerdote que nega o Batismo a uma criança, seja por qualquer motivo, é o anti- Cristo, pois o Batismo é o único Sacramento onde não pode existir barreiras ou impedimento: o Batismo não se presta a fazer ingressar os filhos em uma comunidade, o Batismo transforma o ser humano em filhos de Deus, e este direito não pode de maneira nenhuma ser negado. Portanto, o sacerdote que impõe barreiras, alegando isto ou aquilo é o anti-Cristo;
Os que aconselham mal os casais que vivem em relacionamentos extraconjugais e profanos – fora do matrimônio – são o anti-Cristo e assim também os casais em questão;
Os advogados que, à custa de defender seus clientes, usam de subterfúgios falsos e mentirosos, são o anti-Cristo;
Os advogados que assim agem, por medo de serem expulsos de sua ordem , são também o anti-Cristo;
Os juízes que julgam contra a verdade, conhecendo a verdade, são o anti-Cristo. De fato, as regras impostas por sociedades às quais pertencem advogados ou juízes, falam mais alto do que os Evangelhos, e assim, o veredicto é, muitas vezes, mais criminoso do que o crime cometido pelo réu em julgamento.
É anti-Cristo, os pais que induzem seus filhos às caminhadas longe da Igreja, fazendo com que se percam e percam suas almas;
É anti-Cristo, as mães indiferentes que barram a educação cristã de seus filhos, permitindo que, desde cedo, eles se afastem de Deus;
São o anti-Cristo os legisladores que, astuciosamente, criam leis contrárias às leis de Deus;
É o anti-Cristo, o governo que promulga e define estas leis.
Na verdade, tais leis, são frutos do catecismo cuidadosa e ardilosamente preparado pelos filhos do diabo, que odeiam a Deus. Eles farão acontecer ainda mais leis sórdidas contra Deus, que matarão, dizimarão, bilhões de filhos e almas inocentes. Não tão inocentes, e se assim forem, também estes são anti-Cristo, porque consentem e até aplaudem tais leis;
O anti-Cristo são os que perseguem a Igreja e lançam sobre ela calúnias e infâmias, no intuito de exterminá-la;
O anti-Cristo são também as autoridades eclesiásticas que proíbem, sem prévia análise, as manifestações do Espírito Santo sobre fiéis espalhados por todo o mundo, não permitindo assim, que a Palavra de Deus alcance distancias maiores;
O anti-Cristo são também autoridades eclesiásticas que aceitam compactuar com a maçonaria, seja ela de qual ordem for, em troca de favores para as comunidades, paróquias, conventos, dando assim margem para que a maçonaria não possa ser denunciada e possa então florescer entre os homens com mais velocidade, permitindo até, que a maçonaria tenha uma boa imagem e reputação diante dos filhos de Deus.
Hediondas heresias que chafurdam as almas no lodaçal e as matam inexoravelmente, são permitidas e abertamente executadas, graças à imagem bonita que o demônio conseguiu colocar diante da humanidade, que deixou de ser protegida, por causa destes pactos diabólicos.
O anti-Cristo está em toda a parte, ceifando, destruindo, matando a olhos vistos, as almas que são destinadas ao Céu!
O corpo de nada vale: a alma é eterna!
O anti-Cristo se esconde: é traiçoeiro, venenoso, astuto e sanguinário, tal qual o próprio diabo. É conduzido pelo diabo, que tem sede de poder, tem gana de sangue,
É o anti-Cristo, todos os fora da Igreja, suas sociedades e seus tentáculos;
É o anti-Cristo, os “iluminados”, que, de garras afiadas, de mãos escondidas em luvas de veludo, armam o golpe fatal desejado por eles, nos bastidores, tal como agem os bandidos, os assaltantes, os assassinos, na escuridão das noites.
Tudo isto terá um fim! E o fim está próximo!
Para os que não querem ver ou escutar, para os cegos e surdos, digo: acorde e perceba o que está acontecendo: o anti-Cristo comanda a chamada Nova Ordem Mundial. Amém!
Precisamente, no dia 15 de fevereiro de 2012, inicia-se a contagem dos dias fatais, e:
“Quem não estará Comigo, estará contra Mim”, na batalha final
Amém!
“Jesus!”

Linhas Vermelhas de 17 de fevereiro de 2005.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Dilma: “Não há justificativa para não legalizar o aborto”




Uma vez citei aqui que o discurso eleitoral da Dilma Rousseff sobre a questão do aborto era uma defesa mal-disfarçada da legalização desse crime. Ela defende “assistência pública” à mulher que aborta, fala de “direito à saúde”, comenta que o aborto é, enfim, “questão de saúde pública”.
Tudo isso para não dizer (não dizer dizendo… porque dizer, ela diz o tempo todo!) ao pobre eleitor católico que ela é, sim, a favor da legalização do aborto. Isso ela deixou claro em entrevista à revista Marie Claire de 2009… Veja:
Revista Marie Claire: Uma das bandeiras da Marie Claire é defender a legalização do aborto. Fizemos uma pesquisa com leitoras e 60% delas se posicionaram favoravelmente, mesmo o aborto não sendo uma escolha fácil. O que a senhora pensa sobre isso?
Dilma Rousseff: Abortar não é fácil pra mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública. Há uma quantidade enorme de mulheres brasileiras que morre porque tenta abortar em condições precárias. Se a gente tratar o assunto de forma séria e respeitosa, evitará toda sorte de preconceitos. Essa é uma questão grave que causa muitos mal-entendidos.
Revista Marie Claire: Hoje, o que é preciso para legalizar o aborto no Brasil?
Dilma Rousseff: Existem várias divisões no país por causa dessa confusão, entre o que é foro íntimo e o que é política pública. O presidente é um homem religioso e, mesmo assim, se recusa a tratar o aborto como uma questão que não seja de saúde pública. Como saúde pública, achamos que tem de ser praticado em condições de legalidade.
Ponto. Espero que o assunto esteja encerrado. Dilma quer legalizar o aborto – não “apenas” descriminalizar ou expandir a assistência pública à saúde da mulher que aborta, o que já seria coisa gravíssima.
A entrevista está disponível no site da revista: A mulher do presidente

Meus amigos o aborto está para ser legalizado, mais dia menos dia, a lei já esta pronta esperando apenas o momento conveniente para a sua publicação, pasmem vocês que num congresso que a maioria da bancada é de  "evangélicos" , isto irá acontecer porque a minoria Cristã não poderá impedir, porque foi derrotada, e a presidente a sancionará tranquilamente. Preparem-se porque o preço desta atrocidade será muito alto. Deus não perdoará mais um crime, um atentado a vida de seres inocentes e indefesos.